ONDE ANDA A PRATA DA CASA?
Jhonny Bonilla e Diego Trintinaglia
Os aficionados pela arrancada e os pilotos em especial, sempre sonharam em ter a sua disposição um local adequado para a prática das competições em nosso estado. Apesar do Rio Grande do Sul possuir o maior número de autódromos do país, nenhum deles foi concebido para atender as exigências da categoria.
Em abril deste ano, o VELOPARK inaugurou sua reta de arrancada inspirada na tradição americana do esporte. Uma pista com padrões internacionais, colocada no centro do maior parque automobilístico da América Latina.
Uma praça de esportes completa, onde todos os itens de segurança e conforto são seguidos a risca – VHT, cronometragem eletrônica com medidas parciais e totais em cada uma das pistas, painel de tempo digital, boxes amplos, capazes de abrigar mais de 150 competidores, praças de alimentação, ambulatórios, iluminação perfeita para competições noturnas, além de pessoal treinado dentro do espírito Drag Racing. Tudo isso cercado por arquibancadas para 30 mil espectadores assistem os pegas a menos de 50 metros de distância da grande reta.
No entanto, nem todos perceberam o que se ergueu em Nova Santa Rita. Os pilotos gaúchos ainda não responderam ao chamamento para visitar a sua nova casa e usufruir do que está colocado ao seu dispor. A cada etapa, a contabilidade das inscrições revela que a grande maioria de nossos pilotos ainda não se apresentou na pista dos sonhos.
É paradoxal esse constatação: o Templo da Velocidade tem maior repercussão entre os pilotos de fora, enquanto, os de casa, sequer o conhecem.
Apreender a trabalhar com essa realidade tem sido o grande desafio dos administradores e promotores da arrancada neste seu novo cenário. Em nenhum outro momento da história da arrancada brasileira se investiu tanto como agora em infra-estrutura, na divulgação ou na premiação de todas as categorias.
É compreensível que estamos iniciando um novo processo e alavancando uma nova modalidade de competição, no entanto, é necessário despertar com urgência que o sonho se tornou realidade e que a prata da casa é patrimônio essencial para o futuro do esporte em nosso estado.
O VeloPark como sempre está preocupado com os pilotos gaúchos que ainda não compareceram ao maior complexo automobilístico do estado. E através deste se coloca a disposição para qualquer duvida e ajuda que todos os pilotos e preparadores precisarem. Desde custos até regulamento.
Abaixo segue os dados do Sr. Jhonny Bonilla, com certeza ele espera contato de todos que tem interesse de participar do Campeonato VeloPark de Arrancada e por algum motivo não está conseguindo marcar presença.
Jhonny Bonilla – bonilla@velopark.com.br – Tel: (51) 9987.1386
5 comentários:
Realmente, isso é algo que me frustra também. Mas pra mim não é novidade. Quando pela primeira vez tive oportunidade de ver o porte do empreendimento e conversar com vocês, a primeira coisa que disse foi que a arrancada atual do RS não tinha vulto suficiente para essa arena. Não é uma depreciação do esporte que amo, muito antes pelo contrário. Mas ao meu ver, ele precisa passar por uma reestruturação complexa, para poder progredir. Temos tentado isso com a Associação Desafio e de fato, não é fácil. Mas estamos tendo sucesso. Foi muito bom ver que o sistema de competição que introduzimos, colaborou para que o último open day fosse um tremendo sucesso. E esse sucesso, ao meu ver, ocorre justamente por não precisarmos utilizar o sistema de regras convencional.
É muito bom ver que hoje qualquer organizador pode organizar provas sem a necessidade da carteira de piloto abaixo de um determinado nível, pois isso é de fato necessário para que mais pilotos surjam no cenário da arrancada atual.
E sobretudo é muito bom ver que a rejeição não é ao esporte, à arrancada ou mesmo ao velopark e sim ao sistema atual.
Muito já foi deliberado sobre esse assunto e estamos, como sempre estivemos, disponíveis para ajudar no que for preciso. Com a presença de mais de 70 carros da AD no último open day, acho que fica demonstrado que nossa palavra não é brincadeira e com a meia dúzia de visitas que fizemos ao Velopark, fica demonstrada tambem nossa boa vontade para ajudar.
Já fizemos nossa parte e podemos fazer muito mais.
Não acho tão 'paradoxal' assim não, mas concordo com a espectativa era bem maior...
Acompanhando campeonato metropolitano/gaúcho e Cup, nota-se o quanto os carros estão preparados para os regulamentos de PR e Velopark, e este claro é o maior responsável pelo pouco efetivo local. Óbvio que não serve como desculpa, mas sim é o motivo por ter acontecido isso.
Quem quer ser profissional o bastante, fará/modificará seu carro para enquadrá-lo no regulamento do nosso templo...assim como tantos ainda usam apenas o OpenDay como visita ao templo, podendo/tendo ótimos motivos agora para que usem seus carros na competição "master" do Velopark.
Acredito que muitos que andam na Cup em Sta Cruz, participam do Velopark, pouquíssimos do Metropolitano e a média acredito que seja o Gaúcho.
Acredito que olhando os carros que competem nestas competições comentadas, é fácil notar que o principal item "desmotivador" é o famosa célula de sobrevivência, vulgo santo-antônio, mas claro que quem quer usufruir do templo da arrancada, precisa se preocupar com segurança tb, seria injusto. acredito que esse item é o que poucos "engolem" por ainda manterem seus carros 'usuais', acharem disperdício de $$$, ou ainda talvez para continuarem considerando-os "de rua", como o pessoal gosta de falar. Em muitos casos isso é motivo de critério de "classificação" para "arrancadas" em locais indevidos.
Por fim, eu particularmente, esperava também maior "investimento" dos "cumpradres" gaúchos que tanto poderiam usar o templo pro seu maior fim. É muito comum encontrar rostos conhecidos da arrancada gaúcha nas arquibancadas do Velopark.
Quem sabe ano que vem ou então qdo estes que desistem, tomarem conciência e botarem a mão na massa pra e deixar apenas o nosso "bairrismo" e orgulho pelo Velopark ser aqui de lado!
Eu particularmente como público, não me atraio pelas provas tradicionais.
Acho, muito mais legal ver a variedade de carros e praparações que correm no OpenDay, onde andam carros de corrida lado a lado com o pessoal que só quer ir pra pista e acelerar, e que não quer E NEM PODE, transformar seu carro de uso diario num bolido de pista.
A arrancada tradicional anda muito sem graça, várias categorias muito parecidas que dividem carros praticamente iguais, isso resulta que onde poderiamos ter uma categoria com 15 carros temos 5 categorias com 3 carros cada (sendo 90% deles Gols).
Um evento com 60 carros onde 55 são iguais não atrairá público nunca.
Não creio também que fazer show de zerinho, escolha de Popozuda ou campeonato de Xuning vá atrair alguém...pelo contrario, vai jogar um empreendimento milionario no mesmo nivel de outros eventos onde familia não pode ir por que o nivel é muito baixo...vai torna-lo mais um lugar "bagaceiro".
O sucesso do OpenDay está na simplicidade: carros de vários tipos + simplicidade de regulamento + uma boa pista + acesso do publico aos boxes + preço justo.
O fracasso das demais provas do Velopark está em: Poucos carros divididos em muitas categorias + preços fora da realidade do país em que vivemos + valor das credenciais de box com valores proibitivos + a obrigação de uso de bandeijas + santo antonio + cinto homologado + espuma antichamas no santo antonio + banco homologado + bla bla bla!!!
Por que será que não vai ninguém???
E também existe a concorrencia, a pista e a estrutura de box de Santa Cruz também são excelentes, existe gente que nãp ve motivos para prestigiar o VP simplesmente por que se sente bem correndo 201 metros em pistas pelo interior do estado.
A prata está por ai, resta saber onde eles se sentem em casa.
ESTAMOS NO BRASIL E NÃO NOS EUA, JÁ ESTAMOS CANSADOS DE VER EM TODOS OS SETORES PESSOAS TENTANDO IMPLANTAR SISTEMAS QUE FUNCIONAM LÁ FORA, MAS AQUI NÃO . POR QUE?
1-PODER AQUISITIVO 2- CULTURA
3-REGULAMENTOS FORA DA REALIDADE (para o poder aquisitivo de nossos
pilotos )E UM FATOR QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO NO VELOPARK À FALTA DE HUMILDADE E SIMPLICIDADE DE ALGUMAS PESSOAS DO VELOPARK.
PODEMOS CONTAR NOS DEDOS O DRAGSTER, CARROS DIFERENTES, QUE OS DONOS TEM UM ALTO PODER AQUISTIVO, MAS COMO DISSE CONTAMOS NOS DEDOS. ENTÃO ACHO QUE A FALTA DE SIMPLICIDADE ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR TANTO NAS PESSOAS DO VELOPARK COMO NOS REGULAMENTOS.
PARABENS PELO INVESTIMENTO MAS ESTRUTURA E DINHEIRO NÃO É TUDO
gostaria de saber se no open day da pra andar com carro adaptado tipo chevette motor ap o carro e de rua e nao tem santo antonio e nem banco de conpeticao cintos o carro e de ruaaaaa e nao de pista sera da pra anda ai pq pelo q fiquei sabendo q o negocio ai e meio conplicado pra quem tem carros de nao tanto valor enbaixo do capo e carros bonito acho q tem q deixar de frescura o pessoal q ve carro anda tem muito carro q e bom q anda nas pistas de interior q com oq se pede ai nunca vai conhecer o velopark pq nao e uma pista pra todos e pra quem tem grana e quem pratica este esporte no brasil sao os sem grana 90% e 10% q tem grana por isso q nao ta indo ninguem querem muda ta certo mas nao do geito q estao tentando fazer isso so esta afastando os pilotos da pista tem certas coisas e carros se o cara for ver bem tem q faze outro carro pq ai nao corre e carros bons q estariam ai com o maior prazer com certeza . mas se tivessem começado de leve as mudanças uma prova faz isso a outra faz aquilo td bem se tem menos custo por vez nao de uma hora pra outra chegao pro piloto e falao teu carro nao da um carro q estava correndo em todos os canpeonatos .... MUDA DEVE MAS NAO ASSIM DE UMA HORA PRA OUTRA PQ TEM MUITO PILOTO E PREPARADOR Q LEGA NO PEITO PRA TER O SEU CARRO PQ GOSTO DO ESPORTE MESMO SENAO HAHAHA JA NEM MAIS SABIAO NO BRASIL OQ ERA ARRANCADA abraço fica o toque e isto vale para o canpeonato
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